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14 de março de 2018

Profissionais da rede municipal de saúde de Santa Cruz do Capibaribe recebem capacitação sobre tuberculose


A prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe, através da secretaria de Saúde e coordenadoria da Vigilância Epidemiológica, realizou nesta terça-feira (13), capacitação sobre tratamento de Tuberculose. A ação é direcionada para profissionais de saúde do município. O evento contou com apoio da 4ª Geres, secretaria estadual de Saúde.


O encontro aconteceu no auditório da Praça do CEU (Centro de Artes e Esportes Unificados), ministrada por Cândida Ribeiro, sanitarista e coordenadora estadual de Combate à Tuberculose. Participaram da capacitação 47 profissionais, dentre eles: Médicos, enfermeiros, odontólogos, psicólogos, assistência social, nutricionista e educador físico.

A palestrante Candida Ribeiro, falou da importância de debater a tuberculose entre profissionais de saúde. “A tuberculose ainda é presente nos dias atuais, em Pernambuco temos 4.600 novos casos, morem cera de 400 pessoas por ano, a TB ainda representa uma doença grave. Por isso é importante todos os profissionais de saúde estejam habilitados sobre a tuberculose e assim, possam identificar os paciente em tempo oportuno”, frisou a sanitarista.

O tratamento da tuberculose possui duas etapas, a primeira: fase intensiva com foco no crescimento geométrico, tempo de duração, dois em dois meses, o segundo com quatro meses, foco nos vírus persistentes. Os medicamentos são distribuídos de acordo com o peso de cada paciente. Dependendo do quadro clínico, a cura pode durar de 18 a 24 meses.

“Nossa intenção é conscientiza o valor da doença em nosso município, uma cidade que recebem muitas pessoas de fora, essa doença tem uma alta incidência de casos em Pernambuco e Santa Cruz do Capibaribe não é diferente. Esse treinamento com os profissionais envolvidos na saúde para mostrar a importância do controle dessa doença no município”, contou Carol Caraciolo, coordenadora da Vigilância Epidemiológica.

Camila Thayran, enfermeira da UBS Santo Agostinho falou do envolvimento de toda equipe para a cura da tuberculose. “A gente vê que a tuberculose apresenta muitos casos em todo país e em nossa região não é diferente. Por isso é importante está sempre atualizado sobre essa doença e seu tratamento, como também avaliar os contatos e ter toda equipe inserida no tratamento”, contou a enfermeira. 

Objetivo do tratamento:
  • Assegurar a adesão ao tratamento e cura no tempo adequado,
  • Reduzir o surgimento de bacilos resistentes,
  • Interromper a cadeia de transmissão,
  • Monitorar a realização dos exames de HIV, BK de acompanhamento, cultura, teste de sensibilidade e Raio X se necessário,
  • Identificar efeitos adversos imediatamente,
  • Acompanhar os contatos – diagnósticos precoces e tratamento da infecção latente,
  • Evitar abandono do tratamento.
Grupo de risco:
  • Moradores de rua (mendigos),
  • Indígenas,
  • Profissionais de saúde,
  • Pessoas com HIV.
Informações da assessoria

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