Mocó é capturado em telhados de residências em Santa Cruz e devolvido à natureza


Um mocó que estava sobre telhados de residência em Santa Cruz do Capibaribe foi resgatado nesta segunda-feira (1º) por integrantes da diretoria de Meio Ambiente do município juntamente com o ambientalista Arnaldo Vitorino e posteriormente foi devolvido à natureza em uma região de mata na região.



De acordo com Arnaldo Vitorino o roedor se encontrava por cima dos telhados das residencias aqui na cidade e, correndo o risco de ser pego por gatos. Então foi montado armadilhas para captura e posteriormente o animal foi solto na Caatinga. Além de Arnaldo Vitorino, participaram da operação Marivaldo Andrade e Gubetran Claudiomar, ambos do departamento de Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Santa Cruz do Capibaribe, PE.


O mocó (Kerodon rupestris) é um roedor da família Caviidae, encontrado em áreas descampadas e pedregosas da Caatinga. Tal roedor possui o tamanho pouco maior do que o de um preá (Cavia sp.), cauda ausente ou vestigial e pelagem cinzenta, passando a maior parte do tempo em tocas, locais que abrigam barbeiros (Triatoma sp.), insetos transmissores da Doença de Chagas, que foi um dos motivos por que foram perseguidos para fins de pesquisa. Para aproximar-se desse roedor, é preciso se locomover em sentido contrário ao do vento, a fim de não ser denunciado por seu olfato privilegiado. Nos dias nublados, o mocó sai para se alimentar de manhã e à tarde. Nos dias claros, abandona sua toca apenas à noite. Alimenta-se de cascas de árvores, brotos, folhas e frutos.

Do Blog Merece Destaque
Fotos: Arnaldo Vitorino
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Blogueiro, editor do blog Merece Destaque, apaixonado por comunicação e por fotografia, Almir Neves gosta de inovar e aceitar novos desafios.

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