8 de agosto de 2018

Quadrilha acusada de explodir carros fortes no Nordeste é presa após intensa troca de tiros na Paraíba


A polícia conseguiu prender quatro suspeitos de participar do ataque a um carro-forte na na Paraíba. A explosão ao carro-forte ocorreu na manhã da segunda-feira (06) no km 57 da BR-230, nas imediações do município de Cruz do Espírito Santo. No início da tarde, porém, a Polícia Militar confrontou o grupo de assaltantes em um sítio na cidade de Lucena, onde ocorreu troca de tiros e posteriormente uma negociação. Por volta das 17h40, a PM informou que, após quatro horas de duração, as negociações terminaram e os quatro se renderam.

De acordo com a Polícia Civil, a quadrilha presa em Lucena era investigada por polícias de vários estados e Polícia Federal. As investigações continuam na tentativa de identificar os demais integrantes dessa organização.


O armamento apreendido com os suspeitos é impressionante. A Polícia Militar informou que é uma prática dos elementos que atuam contra instituições bancárias utilizar armamentos potentes. Foram apreendidos uma metralhadora ponto 50, usada para abater aeronaves, vários fuzis 762, ponto 40 e pistolas 9 mm, além de mais de 1.800 munições de fuzil.


Ainda de acordo com a polícia, os suspeitos têm entre 25 e 34 anos e possuem vasta ficha criminal, somente um deles tinha quatro mandados de prisão em aberto, outros com mandados de estados do Sul e Sudeste. Há registros de atuação da quadrilha nos estados vizinhos de Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte. Os quatro presos são paraibanos, das cidades de Pombal, Bom Sucesso e Campina Grande.

Segundo informações, pelo menos 30 policiais militares trocaram tiros com os suspeitos por cerca de uma hora até que fossem abertas as negociações. Um policial militar chegou a ser ferido de raspão na mão, mas permaneceu na ação e só foi socorrido após a prisão dos suspeitos. De acordo com a Polícia Militar, nesta terça-feira (7), ele recebeu atendimento médico e passa bem.

Em meio às negociações, os suspeitos fizeram exigências, algumas foram atendidas, como a presença da imprensa, de advogados e da familiar de um deles. No início da tarde da terça-feira (07), os quatro suspeitos foram levados da sede da delegacia do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil para o fórum criminal, para passarem por audiência de custódia.

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Com informações do G1 PB
Fotos: reprodução / WhatsApp

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