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Consciência artificial - artigo do escritor Paiva Netto



Devemos exercitar a nossa Espiritualidade Ecumênica para fortalecer a consciência, porque esta é muitíssimo importante em nosso processo de evolução. Fala-se bastante em “inteligência artificial”, cujo avanço nas pesquisas alcança resultados formidáveis. Mas você já notou que pouco se progride no controverso tópico da “consciência artificial”?
Pois é! Aí é que “a porquinha torce o rabo”... Esse campo é mais complexo de ser concebido, porquanto demanda extremo esforço intelectual de estudiosos para o aprofundamento dessa “concretização”. Em termos filosóficos e científicos contemporâneos, nem sequer se tem definições mais precisas sobre o que seja o fenômeno da consciência em si, ainda que os estudos avancem...
Ademais, há de se ter humildade corajosa em concluir que ela, a consciência, em seu sentido pleno, provém do Espírito, que se manifesta por intermédio da mente, cuja sede é o cérebro.
O ser humano — a razão de existir das religiões e que também deveria ser dos governos —, compreendido integralmente como algo além do corpo, em essência é e permanecerá, antes de tudo, Espírito, seja qual for a crença ou o ponto de vista que professe.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

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ServiçoOs mortos não morrem (Paiva Netto), 528 páginas. À venda nas principais livrarias ou pela www.amazon.com.br.

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